Módulo 1
““Águas de março: fluindo entre céu e terra””
Dafne Michellepis e Coré Valente
A abordagem Orff-Schulwerk tem como princípio fundante, estimular a expressão artística através do corpo em movimento, das sonoridades e das palavras. Como todos estamos entre o céu e a terra, o objetivo deste encontro é fornecer repertório para professores e estudantes explorarem em conjunto, processos criativos em dança e música, estimulando a composição de células coreográficas e sonoras. No mês de março, o ritmo do Ijexá nos convida a adentrar nos elementos da identidade musical afro-brasileira, e como as águas, fluir brincando com o peso, o tempo e o espaço enquanto amigáveis fatores de movimento.
Artista e pesquisadores de Dança e Música, Dafne Michellepis e Coré Valente viajam pelo Brasil ministrando oficinas educativas desde 1992.

Dafne Michellepis é formada em dança pela Unicamp, Mestre e Doutoranda em Artes Cênicas pela UNESP. Certificada na Abordagem Orff-Schulwerk pela SFORFF, Califórnia.
Atuou como professora de dança no Ensino Básico. É dançarina da Balangandança Cia, companhia de dança contemporânea para crianças, desde a sua formação. Na Europa em 2023, atuou na performance Surradá, de Cristian Duarte, participou dos Laboratórios de Dança Contemporânea +55, de Rafael Alvarez em Lisboa, e participou do workshop de BMC® com Louise Chardon em Lagos, Portugal. No Festival Fait Maison, dançou no espetáculo Tsugi, em Paris e, na Espanha, participou do Curso de verão “Música y Danza en la educación”, como bolsista da ABRAORFF.
Atualmente é autora de conteúdos de dança para livros didáticos publicados pela Editora do Brasil.
Coré Valente é professor, educador social, performer, músico, dançarino, regente de coral e videasta. Formado em dança pela Unicamp e Tecnologia Elétrica pela Unesp, desenvolve projetos de fusão de linguagens cênicas, oficinas de arte e cultura popular. Desde 1999, integra a Balangandança Cia., onde além de intérprete-criador, atua como músico e compositor. Atuou nas óperas O Guarani e Flauta Mágica, nos espetáculos Dr. Plástico, Nóis na Estação, e nos filmes O Crime da Cabra e Acordes de uma vida. Diretor do Coletivo Janacek Sistem e do Coral Coromim, produz ações artísticas para os trabalhadores da saúde, terceira idade, PCDs e estudantes. Em Campinas, integra a Cia. Tugudum, a Confraria da Dança e o Circo Caramba.
Atualmente trabalha como educador social na Ong Seta de Campinas e como regente de coro cênico na Escola Curumim onde utiliza os instrumentos Orff.
Fotos: Arquivo Abraorff








